quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Canto da Proclamação da Pascoa

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 Exulte o céu e os anjos triunfantes
              
Solo 1- Exulte o céu e os anjos triunfantes/ Mensageiros de Deus, desçam cantando  
             Façam soar trombetas fulgurantes/ A vitória de um Rei anunciando.
               
Solo 2- Alegre-se também a terra amiga/ Que em meio a tantas luzes resplandece/
             E, vendo dissipar-se a treva antiga/ Ao sol do eterno Rei brilha e se aquece.

Solo 1- Que a mãe Igreja alegre-se igualmente/ Erguendo as velas deste fogo novo/
             E escutem reboando de repente/ O aleluia cantado pelo povo.

Solo – O senhor esteja convosco!
           Todos – Ele está no meio de nós!

Solo – Corações ao alto!
           Todos – O nosso coração está em Deus!
              
Solo – Demos graças ao Senhor nosso Deus!  
           Todos – É nosso dever e salvação!


Solo 1- Sim, verdadeiramente é bom e justo/ cantar ao Pai de todo o coração/
             E celebrar seu Filho Jesus Cristo/  tornado para nós, um novo Adão.
              
Solo 2- Foi Ele quem pagou do outro a culpa/ quando por nós à morte se entregou/
            Para apagar o antigo documento / na cruz todo o seu sangue derramou.

            Ó noite de alegria verdadeira,   que une de novo o céu e a terra inteira.
          
Solo 1- Pois, eis, agora a Páscoa, nossa festa/ em que o real Cordeiro se imolou/         
             Marcando nossas portas, nossas almas/ com seu divino sangue nos salvou.

Solo 2- Esta é Senhor, a noite em que do Egito  / retirastes os filhos de Israel/
             Transpondo o Mar Vermelho a pé enxuto / rumo à terra onde corre leite e mel.

             Ó noite de alegria verdadeira, que une de novo o céu e a terra inteira

Solo 1- Ó noite em que a coluna luminosa / as trevas do pecado dissipou/
             E aos que crêem no Cristo em toda a terra/ em nosso povo eleito congregou!

Solo 2- Ó noite em que Jesus rompeu o inferno  / ao ressurgir da morte vencedor/
             De que nos valeria ter nascido    / se não nos resgatasse seu amor?

            Ó noite de alegria verdadeira, que une de novo o céu e a terra inteira

Solo 1- Ó Deus, quão estupenda caridade/ vemos no vosso gesto fulgurar/
             Não hesitais em dar o próprio Filho    / para a culpa dos servos resgatar.

Solo 2- Ó pecado de Adão, indispensável/ pois o Cristo o dissolve em seu amor/
             Ó culpa tão feliz que há merecido/ a graça de um tão grande Redentor.

 Ó noite de alegria verdadeira, que une de novo o céu e a terra inteira

Solo 1- Pois esta noite lava todo o crime/ liberta o pecador dos seus grilhões/
             Dissipa o ódio e dobra os poderosos  / enche de luz e paz os corações.
               
Solo 2- Ó noite de alegria verdadeira/ que prostra o faraó, e ergue os hebreus,
            Que une de novo o céu e a terra inteira/ pondo na treva humana a luz de Deus.

            Ó noite de alegria verdadeira, que une de novo o céu e a terra inteira

               
Solo 1- Na graça desta noite o vosso povo/ acende um sacrifício de louvor/
             Acolhei ó Pai santo, o fogo novo   / não perde ao dividir-se o seu fulgor.
               
Solo 2- A cera virgem da abelha generosa/ ao Cristo ressurgindo trouxe a luz/
             Eis de novo a coluna luminosa  / que o vosso povo pra o céu conduz.

             Ó noite de alegria verdadeira, que une de novo o céu e a terra inteira
              
Solo 1- O círio que acendeu as nossas velas  / passa esta noite toda fulgurar/
             Misture sua luz à das estrelas   /   cintile quando o dia despontar.

Solo 2- Que ele possa agradar-vos como o Filho/ que triunfou da morte e Vence o mal.
             Deus que ascende no seu brilho  / e um dia voltará sol triunfal!

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